Apresentação

Três décadas de cinema, resistência e encontros inesquecíveis no coração do Nordeste.

Neste ano de 2026, o CINE/PE atinge um momento marcante da sua história. O Festival comemora a edição de número 30, um esforço de produção ininterrupto, que o fez um dos maiores eventos de audiovisual do Brasil.

Mesmo diante de tantas batalhas anuais para viabilização, desconfianças no processo inicial e incompreensões gerais muitas vezes descabidas, o Festival resistiu com firmeza, de tal maneira que o registro de situações memoráveis e impactantes tem sido um verdadeiro marco. Um saldo tão favorável que consagrou o CINE/PE como um evento popular, respeitado pela classe audiovisual e com ampla reverberação na mídia.

E com essas condições por aqui passaram personalidades nacionais e internacionais, que tanto deram um brilho especial para as programações. De ministros a cineastas de expressão internacional. De artistas de renome aos diferentes e mais discretos integrantes de um público plural, tudo isso torna possível aferir a “grandeza desse espetáculo”.

Por aqui passaram


Internacionais

Costa Gavras · John Madden · Fernando Solanas · Soledad Villamil


Nacionais

Pelé · Walter Salles · Walter Lima · Fernando Meirelles · Beto Brant · Laís Bodansky · Guel Arraes · Fernanda Montenegro · Antonio Pitanga · Rodrigo Santoro · Wagner Moura · Laura Cardoso · Eva Wilma · Tony Ramos


Essa foi a essência do CINE/PE em 29 edições. Com recordes de público e muito prestígio na presença de nomes importantes da cultura e da cobertura midiática.

Um novo compromisso

Agora, o desafio é construir uma edição marcante, que celebre esse marco das três décadas. Um novo compromisso que consiga abrir um olhar ainda maior, com respeito aos novos talentos, com programações ainda mais comprometidas com a diversidade e a sustentabilidade — aspectos que dão refrão a esse mundo, que a gente espera que recupere sua humanidade e sua poesia.

Neste ano em que ressaltamos os 30 anos, contados por tantas histórias marcantes, evidenciaremos melhor os resultados alcançados, num livro e num filme documentário. Que esses exercícios de nostalgia e resiliência sigam com a missão de fazer, a partir desses 30, outros tantos 30. Em contextos ainda melhores.

Um ofício permanente

Além desses projetos especiais, aqui enaltecemos ainda o modelo do Festival como um ofício permanente, que se difunde ao longo do ano. Estamos firmes com nossos compromissos sociais, potencializados pelas oficinas de formação audiovisual, inteiramente direcionadas para alunos da rede pública de ensino (pela terceira vez, operada no município do Jaboatão dos Guararapes). Dentro deste mesmo conceito, atingimos ainda mais o público infanto-juvenil com uma mostra especial de filmes que permita esse público se entreter e, se possível, refletir e debater.

Por sua vez, as atividades de mercado e seminário, ainda sem data marcada, representam outro ideal que se projeta, pela percepção que temos do que representa a economia do audiovisual.


01

Consagração da parceria com o Itaú, que abre sua plataforma audiovisual (Itaú Cultural Play) para uma mostra especial.


02

Novas parcerias com o público universitário, com o patrocínio da UNINASSAU e o apoio institucional da UFRPE.


Agradecimentos

Nossos agradecimentos se estendem ainda para as três esferas do poder público. O Governo Federal, pela concessão de iguais 30 anos de Lei Rouanet. Neste sentido, o CINE/PE constitui um belíssimo exemplo de engajamento público e privado, visto pelo prisma do benefício fiscal, garantido em nome de um setor cultural estratégico por sua própria natureza. Afinal, é imprescindível lembrar para os desavisados que promover a identidade cultural é, simplesmente, uma questão de soberania.

E, por complemento, cabe realçar ainda os dois outros parceiros públicos das primeiras edições: o Governo de PE e a Prefeitura do Recife. A eles se agrega, há 3 anos, a Prefeitura do Jaboatão, cuja cidade é objeto dos nossos compromissos sociais.

Ao destacar outros parceiros, cabem as lembranças de tantas marcas fortes que contribuíram para dar sentido pragmático ao velho sonho transformado em história real. Não há como enumerá-las uma a uma. Mas, o sentimento de gratidão que está na essência deste Festival, neste momento, fala alto. Por mais simples que seja o “muito obrigado”, o fundamental é que ele emana dos valores que sustentaram o êxito desses 30 anos.

As relações humanas

E, ao final, por falar desses valores que tanto deram substância e robustez ao CINE/PE, não há como esconder um elemento tão relevante: as relações humanas. Neste momento, é cabível realçar que todos e todas que compuseram um grupo coeso, que construiu uma verdadeira equipe de engajados, têm suas doses de responsabilidade por tamanho feito. O CINE/PE tem o maior orgulho de poder contar com colaboradores diretos que “vestem a camisa” com entusiasmo, uma virtude reconhecida pelos que demandam pelo evento: nossos convidados e público.

O destaque final o Festival reserva à fidelidade do seu público — grande parte do compartilhamento do sucesso alcançado. É gratificante ter esse prestígio de uma plateia tão diversa, que tem sabido reagir, de modo efetivo, ao desejo do Festival de buscar, a cada ano, o melhor para oferecer.

O mérito é resultado de muito trabalho e compromisso. Uma vez evidenciado, é preciso ser valorizado, reconhecido e preservado. Atingir 30 anos consecutivos num projeto cultural, em pleno ambiente ditado pelo Nordeste brasileiro, parece justo dar a devida evidência. Somamos esforços para chegarmos até aqui. Falta pouco para avançarmos a linha dos 30 anos e daí reescrever uma nova história.

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